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	<title>Taulukko &#187; Artigo</title>
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	<description>O blog da sua mesa virtual de RPG</description>
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		<title>Soulforge &#8211; Margaret Weis</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GranKain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bom, se você não leu ainda a trilogia Dragon Lance Chronicles eu primeiro peço que, sem falta, você leia:

Dragoes Do Crepusculo Do Outono
Dragoes Da Noite De Inverno
Dragões do alvorecer da Primavera

Ok, agora supondo que você já saiba ao menos quem é Raistlin Majere, eu irei falar de Soulforge.
Soulforge conta a infância de Raistlin Majere, até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, se você não leu ainda a trilogia Dragon Lance Chronicles eu primeiro peço que, sem falta, você leia:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=5420&amp;tipo=2&amp;isbn=8575320653">Dragoes Do Crepusculo Do Outono</a></li>
<li><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=5420&amp;tipo=2&amp;isbn=8575320939">Dragoes Da Noite De Inverno</a></li>
<li><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=5420&amp;tipo=2&amp;isbn=972103052x ">Dragões do alvorecer da Primavera</a></li>
</ul>
<p>Ok, agora supondo que você já saiba ao menos quem é Raistlin Majere, eu irei falar de Soulforge.</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=5420&amp;tipo=2&amp;isbn=0786913142 "><img class="alignleft size-full wp-image-2027" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="681529" src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/07/6815291.jpg" alt="" width="108" height="180" /></a>Soulforge conta a infância de Raistlin Majere, até seu grande teste na Torre da Alta Magia. Pouco?<br />
Além disso, esta história é essencial para entender e dar profundidade nos personagens da saga. Apenas com este livro é possível compreender algumas coisas que nas crônicas ficaram obscuras em relação a relacionamentos. Ah, mas se este livro vem antes da trilogia eu não deveria ler antes? NÃO! Ele foi feito para quem já leu a trilogia, vai por mim ^^</p>
<p>O único problema é que ele ainda não foi traduzido para o português (porra editoras porra!), mas para quem sabe inglês é um livro que não pode ser deixado para trás. E para deixá-los com inveja, eu tenho o livro versão capa-dura e, pasmem!, com o autógrafo da Margaret Weiss com o dizer &#8220;Mantenha a Magia&#8221; =)</p>
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		<title>A Viagem – Terry Brooks</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 18:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GranKain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando a minha esposa ainda trabalhava na revista Criativa era comum ela e suas colegas receberem livros para fazer resenhas. Alguns ocorria isto mesmo, outros iam para um balaio onde os demais funcionários pegavam e levavam para suas casas. Numa destas a Má me trouxe um livro chamado A Viagem &#8211; Ilse, a Bruxa. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a minha esposa ainda trabalhava na revista Criativa era comum ela e suas colegas receberem livros para fazer resenhas. Alguns ocorria isto mesmo, outros iam para um balaio onde os demais funcionários pegavam e levavam para suas casas. Numa destas a Má me trouxe um livro chamado A Viagem &#8211; Ilse, a Bruxa. E posso adiantar, para estragar a surpresa, que foi uma descoberta muito prazerosa.</p>
<p>O livro de Terry Brooks mistura numa única aventura, magos, guerreiros, piratas de um modo muito gostoso e com diversas surpresas sensacionais. A saga é contada em três livros, Ilse, a Bruxa, Antrax a Criatura e Morgawr o Bruxo.</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=5420&#038;tipo=2&#038;isbn=8528609596"><img src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/06/a-viagem-livro1.jpg" alt="" title="a-viagem-livro1" width="111" height="160" class="alignleft size-full wp-image-2006" /></a><H2>Ilse, a Bruxa</H2><br />
Um corpo com um mapa é encontrado, ao que tudo indica ele leva para uma terra longínqua onde pode haver uma magia inigualável. O druída Walker lidera uma expedição para esta terra, liderando um navio voador e repleto de piratas acostumados com o mar e o ar.</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=5420&#038;tipo=2&#038;isbn=8528609596"><img src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/06/a-viagem-livro2.jpg" alt="" title="a-viagem-livro2" width="111" height="160" class="alignright size-full wp-image-2007" /></a> <H2>Antrax a Criatura</H2><br />
A Bruxa Ilse persegue Walker, seu protegido Bek e toda sua tripulação no novo mundo. Ao mesmo tempo que surge Antrax, uma criatura antiga e de poderes desconhecidos.</p>
<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/06/a-viagem-livro3.jpg"> <img src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/06/a-viagem-livro3.jpg" alt="" title="a-viagem-livro3" width="111" height="160" class="alignleft size-full wp-image-2008" /></a><H2>Morgawr o Bruxo</H2><br />
No último livro a saga chega ao clímax quando terão que enfrentar não somente Antrax como o temível bruxo Morgawr, também é neste livro onde todos os mistérios serão por fim revelados.</p>
<p><H2>Conclusão:</h2>
<p>Se ainda não está convencido de que valha a pena eu vou realizar um comparativo, esta trilogia está ao mesmo nível da trilogia de Dragon Lance na minha lista de melhores sagas já escritas =)</p>
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		<title>Finalmente testamos Mutantes e Malfeitores</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 13:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GranKain</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[D20]]></category>
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		<category><![CDATA[Jambô]]></category>
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		<description><![CDATA[Bom antes de começar devo acrescentar que a tradução de Mutants and Masterminds  para Mutantes e Malfeitores (MM) foi uma brilhante idéia. Ok, agora posso falar sobre o MM, não vou me prolongar até porque faz tempo que foi lançado. MM é um jogo de RPG usando D20 (embora diferente da maioria dos sitemas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2010/06/rpgn0975.jpg"><img src="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2010/06/rpgn0975.jpg" alt="" title="rpgn0975" width="382" height="497" class="alignleft size-full wp-image-1280" /></a>Bom antes de começar devo acrescentar que a tradução de Mutants and Masterminds  para Mutantes e Malfeitores (MM) foi uma brilhante idéia. Ok, agora posso falar sobre o MM, não vou me prolongar até porque faz tempo que foi lançado. MM é um jogo de RPG usando D20 (embora diferente da maioria dos sitemas D20 ele é um dos poucos que SÓ usa o D20) para super heróis. Até ai ok, mas ele não é só isto ele foi uma bola dentro da editora Green Ronin (trazido para cá pela <a href="http://www.jamboeditora.com.br/produtos/mm.htm">Jambô</a>). Simples, fácil, suficiente. Isto, vale mesmo a pena conferir, demorei para testá-lo mas valeu a pena! Fazia muito tempo que não me divertia tanto numa partida de RPG, mudar do medieval para um sistema de super-herói foi um &#8220;super-salto&#8221;.</p>
<p>E fica a dica, quem for jogar no <a href="http://www.taulukko.com.br">taulukko</a>, use a <a href="http://www.taulukko.com.br/user/viewTemplate/127/-1">ficha</a> do <a href="http://beholdercego.blogspot.com/">Beholder Cego</a> pra <a href="http://www.taulukko.com.br/user/viewTemplate/127/-1">D&#038;D 3.5</a>, não é perfeita mas funciona.</p>
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		<title>Regra Alternativa Para Magia Desejo</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 11:15:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GranKain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Magia desejo é aquela lançada pelo gênio da lâmpada para realizar qualquer desejo de quem solicitou. No AD&#038;D a magia era bem mais poderosa do que no D&#038;D 3.5. Se o desejo fosse algo simples ele era realizado, se não ele poderia consumir 4 pontos de força do mago, 5 anos de sua vida ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2010/05/gênio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1236" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="gênio" src="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2010/05/gênio.jpg" alt="" width="288" height="306" /></a>Magia desejo é aquela lançada pelo gênio da lâmpada para realizar qualquer desejo de quem solicitou. No AD&#038;D a magia era bem mais poderosa do que no D&#038;D 3.5. Se o desejo fosse algo simples ele era realizado, se não ele poderia consumir 4 pontos de força do mago, 5 anos de sua vida ou até causar mudanças drásticas no universo, gerando até interpretações  erradas que poderiam prejudicar o conjurador.</p>
<p>O problema disto é que cada pedido era uma surpresa, tanto para o jogador quanto pro mestre e não raramente ambos saiam infelizes do resultado. As vezes o jogador por ter tido seu desejo apenas parcialmente atendido ou desvirtuado, ou o mestre com sua campanha destruída, ou ainda ambos. No 3.X esta magia tomou outro rumo, no 3.5 a magia desejo dá uma lista bem restrita do que ele pode fazer, além disso a descrição fala em distorção que leva novamente aos problemas citados antes.</p>
<p>Pois bem, certa vez topei com um artigo do <a href="http://www.dandwiki.com/wiki/Wish_Negotiation_%28DnD_Variant_Rule%29">D&#038;D Wiki</a> que se não me engano saiu na Dragon Magazine e que me inspirou a fazer esta regra, ela é bem semelhante (ao menos a 1ª e 2ª etapa, a 3ª muda completamente). A regra pode ser utilizada para D20 (qualquer versão até o momento) , Old Dragon e Path Finder. Todos os status da magia continuam o mesmo, ela apenas altera a descrição.</p>
<p><span id="more-1230"></span></p>
<h2>Magia Desejo</h2>
<p>A magia desejo é sempre atendida por um gênio, ele tem o poder de alterar qualquer coisa no cosmo e reequilibrar as forças. A magia desejo é uma remodelagem do universo, como se o gênio o reconstruísse de modo a atender o que lhe foi pedido e por ser tão poderosa é ao mesmo tempo bastante perigosa. Para diminuir o risco o gênio tenta interpretar o pedido da melhor forma possível e neste caso, a capacidade do gênio em entender e atender o conjurador e também da sabedoria do conjurador interferem diretamente no resultado. O pedido não é como nos contos de fadas, ele é mais formal e exigem 3 etapas, Os Termos, As Condições, O Veneno.</p>
<p>O pedido propriamente dito é realizado apenas na última etapa (O Veneno), na etapa de termos e condições é registrado um contrato entre o solicitador e o gênio. Apenas após o contrato ser fechado e aceito por ambas as partes a última etapa será feita.</p>
<p>O conjurador pode ceder o desejo a alguém próximo, desde que este realize todas as etapas. As etapas devem sempre serem feita pela mesma pessoa. Abaixo vou me referir a solicitante a pessoa que realizará as etapas.</p>
<h3>Etapa 1  &#8211; O Termo</h3>
<p>Nesta etapa o solicitante irá impor um termo ao gênio. O termo pode ser qualquer coisa em RP embora o jogador deva dizer ao mestre exatamente o que ele quis dizer, por exemplo :</p>
<p>Jogador &#8211; Meu personagem diz: &#8220;Não quero perder memórias&#8221; mas quero dizer níveis de personagem.</p>
<p>O termo não pode ser composto, ou seja pode-se pedir:<br />
Jogador &#8211; Caso eu não goste do desejo, quero ter ele de volta.</p>
<p>Mas não:</p>
<p>Jogador &#8211; &#8220;Caso eu não goste do desejo, quero ter ele de volta e recuperar todo o estrago que ele causou.</p>
<p>Pois seriam dois termos e não um.</p>
<p>Exemplos de Termos:</p>
<ul>
<li>&#8220;Quero que seja permanente.&#8221;</li>
<li>&#8220;Não quero que nenhum integrante do grupo perca nenhuma de suas habilidades&#8221;.</li>
<li>&#8220;Não desejo viajar no tempo&#8221;.</li>
<li>&#8220;Ninguém que conheço pode morrer por conta do desejo&#8221;.</li>
</ul>
<p>Após realizado o termo, vá para a etapa seguinte, A Condição.</p>
<h3>Etapa 2 &#8211; A Condição</h3>
<p>Uma vez feito o Termo o gênio irá impor uma condição, pode ser qualquer uma. Por exemplo:</p>
<p>Jogador- Meu personagem diz  &#8220;Nenhuma das minhas habilidades poderão diminuir&#8221; o que significa que não quero perder atributos, perícias, afins.</p>
<p>Mestre &#8211; O gênio diz &#8220;Qualquer benefício será temporário.&#8221;</p>
<p>Esta é a etapa mais importante para o mestre, é aqui que ele criará artifícios para que sua campanha não fique desregulada e perca a graça. Então ele tem que tirar proveito desta etapa, não para penalizar e restringir o desejo, mas para proteger a campanha e a diversão como um todo. Ao mesmo tempo é aqui que ele abre as possibilidades de interpretação para a fase seguinte.</p>
<p>Se o termo foi muito forte não tema em realizar uma condição igualmente compensadora. Por exemplo &#8220;Se eu não gostar do desejo eu quero ter 3 desejos de volta&#8221; podem levar o gênio a dizer &#8220;desde que eu possa alterar o significado dos números neste mundo&#8221;.</p>
<p>Exemplos de Condições:</p>
<ul>
<li>&#8220;O pedido será atendido de forma temporária.&#8221;</li>
<li>&#8220;Você perderá sabedoria.&#8221; &#8211; o que significa de 1 ou mais pontos de sabedoria</li>
<li>&#8220;Você envelhecerá 10 anos&#8221;</li>
<li>&#8220;Se você morrer algum dia você não poderá voltar&#8221; &#8211; o que impede ressureição</li>
</ul>
<p>Uma vez feito a condição sobre o termo, o solicitante poderá fazer (caso queira) um novo termo e voltar a etapa 1. É importante lembrar que podem ser feitos no máximo três termos.</p>
<h3>Etapa 3 &#8211; O Veneno</h3>
<p>Uma vez realizado até três termos e consequentemente até três condições é o momento de analisar o resultado. Caso alguma das partes (o Gênio ou o solicitante) não goste do resultado final, em vez de fazer o desejo pode ser reiniciado sem qualquer ônus.</p>
<p>Se ambos concordaram com os termos e aceitaram a proposta é o momento do solicitante realizar o pedido, até aqui o jogador não é obrigado a dizer ao mestre o que irá pedir.</p>
<p>A sabedoria do solicitante e do gênio estão geralmente muito longe da sabedoria dos jogadores, logo tanto jogadores como mestres devem entender que mudanças na interpretação e pedidos devem ser levados em conta por esta diferença. Um resultado bom é porque o personagem pediu de forma melhor que o jogador, um resultado ruim é que o gênio tinha uma sabedoria boa o suficiente para atender o desejo de forma distorcida. Por este motivo que o resultado é decidido na sorte, levando-se em consideração a sabedoria e o tipo de gênio conforme a tabela abaixo:</p>
<div id="attachment_1232" class="wp-caption alignright" style="width: 520px"><a href="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2010/05/wish.png"><img class="size-full wp-image-1232" title="wish" src="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2010/05/wish.png" alt="" width="510" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">Tabela de Possibilidades</p></div>
<p>De acordo com o elemento do Gênio e a sabedoria do solicitante você chegará num resultado que contém 8 possibilidades de acordo com a legenda abaixo:</p>
<ul>
<li>R = Opção Ruim</li>
<li>M = Opção Mediana</li>
<li>B = Opção Boa</li>
<li>O = Opção Ótima</li>
</ul>
<p>Caso o desejo não tenha sido de um item ou aventura e sim da magia desejo, o Gênio pode ser sorteado pelo mestre num dado de 4 faces ou se o mestre querer ser caridoso utilizar o gênio do elemento Ar que é o mais &#8220;bonzinho&#8221;.</p>
<p>Vamos usar por exemplo real que ocorreu comigo mestrando, o clérigo Sandarius com sabedoria 18 e modificador 4 de sabedoria ele dá a um Gênio do Fogo o seguinte termo:</p>
<p>Sandarius &#8211; Caso o desejo não funcione como o esperado, nós queremos repetir o desejo.<br />
Gênio &#8211; Certo, desde que o desejo não tenha mais de 6 palavras.</p>
<p>Até o momento eu restringi aqueles desejos inoportunos e longos &#8220;Desejo que eu tenha uma força de gigante, do tipo de gigante que nasce matando touros, do tipo de touro que &#8230;.&#8221;. Desejos claros e curtos geram menos problemas para mestres e jogadores, mas foi uma opção minha e você pode achar que outras coisas são melhores para restringir e não estragar a sua campanha. Então Sandarius continuou.</p>
<p>Sandarius &#8211; não queremos qualquer outro tipo de mudança a não ser o que foi exatamente estipulado no desejo.<br />
Gênio &#8211; Desde algum de vocês perca algumas memórias &#8211; (ou seja possa voltar 1 ou mais níveis)</p>
<p>Neste momento eu sai ganhando na barganha, pois qualquer desejo mesmo que interpretado errado vai estar fazendo exatamente como foi pedido. E ainda ganhei a possibilidade de tirar um nível ou mais caso o pedido seja muito poderoso.</p>
<p>Sandarius &#8211; o desejo será permanente, exceto se a 1ª condição precisar violar esta.<br />
Gênio &#8211; E você perderá parte de sua sabedoria.</p>
<p>Como o primeiro termo evitasse que eles não gostassem do resultado final, então tanto Gênio como Jogador decidiram ir para a etapa final. Nesta parte eu já sabia o que eles iriam pedir, caso contrário eu poderia ter solicitado a condição de &#8220;Quero cancelar o desejo caso EU não goste do que for pedido&#8221; ou simplesmente solicitar refazer todas as condições.</p>
<p>Então Sandarius pediu: &#8220;Serin Tenha Constituição Atual Do Cica&#8221;.<br />
Gênio &#8211; seu pedido é uma ordem.</p>
<p>Neste ponto ao consultar a tabela obtive os seguintes resultados ao confrontar bônus 4 de sabedoria com Gênio do Fogo &#8220;3R2M1B2O&#8221; ou seja 3 opções ruins, 2 medianas, 1 boa e 2 ótimas. Então é a hora do mestre botar a massa cefálica para funcionar e criar 8 opções interessantes que não violem os termos para posteriormente ser decidido num dado de 8 faces:</p>
<ul>
<li> 1 [Ruim ] &#8211; Serin fica com Constituição 17, porém no segundo seguinte Cica diminui sua constituição para 6, Serin perde 1 nível e Sandarius perde 1 de Sabedoria.</li>
<li> 2 [Ruim ] &#8211; Serin fica com Constituição 17, porém todo o grupo perde 3 em constituição no segundo seguinte ao pedido, Serin perde 1 nível e Sandarius perde 1 de Sabedoria.</li>
<li> 3 [Ruim ] &#8211; Serin fica com Constituição 17, porém, Serin perde 5 níveis e Sandarius perde 5 de Sabedoria.</li>
<li> 4 [Mediana] &#8211; Serin fica com Constituição 17, porém, Serin perde 2 níveis e Sandarius perde 2 de Sabedoria.</li>
<li> 5 [Mediana] &#8211; Serin fica com Constituição 17, porém, Serin perde 1 nível e Sandarius perde 1 de Sabedoria e também perde 1 nível.</li>
<li> 6 [Boa] &#8211; Serin fica com Constituição 17, porém, Serin perde 1 nível e Sandarius perde 1 de Sabedoria.</li>
<li> 7 [Ótima] &#8211; Serin fica com Constituição 17, porém, Serin perde 100 XP e Sandarius perde 1 de Sabedoria.</li>
<li> 8 [Ótima] &#8211; Serin fica com Constituição 17, porém, Serin perde1 nível e Sandarius perde 1 permanentemente em conhecimento religioso.
<ul>Repare que as opções ruins não são nem um pouco desejáveis, as boas são toleráveis, as medianas é aproximadamente o que o jogador deseja e a ótima é além do que se espera. Porém o mestre pode modificar isto se o desejo se mostrar muito poderoso. O mestre não é obrigado a mostrar a lista para os jogadores, embora mostrá-la pode evitar frustrações. Feito a lista é hora de rolar o dado, no exemplo acima o jogador de Sandarius rolou 5 no dado e ambos perderam um nível mas o restante foi atendido. Como o benefício quisto era muito desejado eles ficaram com o desejo, caso contrário poderiam fazer uso do termo 1 e voltar para o início das negociações.</p>
<h2>Conclusão:</h2>
<p>Esta opção gera um momento divertido no jogo de interpretação que pode funcionar ou não dependendo do grupo. A discussão, negociação além de divertida não gera muito descontentamento se usada desta forma. Além de que ao contrário do 3.X a magia não oferece uma lista de opções que não tem nada a ver com o que o jogador deseja e sim uma lista de opções que tem semelhança com o desejado. Além de levar em conta a sabedoria do gênio e do personagem que provavelmente serão bem diferentes de nós limitados jogadores.</p>
<p>Espero que tenham gostado e experimentem!</ul>
</li>
</ul>
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		<title>Os Filhos de Húrin</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 18:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GranKain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
-Você está estudando a bíblia moço? &#8211; perguntava um senhor de idade perto de mim.
-Não! Este é o livro do &#8220;Senhor dos Anéis&#8221; -eu respondia. E o idoso já sem interesse ia-se embora. Esta cena ocorreu-me mais de uma vez quando eu li a saga e isto foi muito antes de Gandalf se tornar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="R$ 39,90 na Livraria Cultura" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=5420&amp;tipo=2&amp;isbn=857827198"><img src="http://casal10.evonblogs.com.br/wp-content/uploads/2010/04/filhos-de-hurin.PNG" alt="filhos de hurin" title="filhos de hurin" width="323" height="500" style="margin:10px" align="left" /></a><br />
-Você está estudando a bíblia moço? &#8211; perguntava um senhor de idade perto de mim.<br />
-Não! Este é o livro do &#8220;Senhor dos Anéis&#8221; -eu respondia. E o idoso já sem interesse ia-se embora. Esta cena ocorreu-me mais de uma vez quando eu li a saga e isto foi muito antes de Gandalf se tornar um nome conhecido aqui no Brasil, pois era no começo da década de 90.</p>
<p>Outra coisa que ocorreu muito antes de alguém ouvir falar de Gandalf foi a triste história dos &#8220;Filhos de Húrin&#8221;, pois esta ocorre muito ants do surgimento dos grandes sábios ou wizards (magos).</p>
<p>A história de Turín filho de Húrin ocorreu na 1ª Era deste mundo, muitos milhares de anos antes da Guerra do Anel.<br />
Naquela época, Sauron não era mais do que um borra botas de Morgoth (ou Melkor como ele era conhecido na Grande Música) e Húrin foi um humano que feriu seu orgulho. Com grande íra Morgoth jogou sobre Húrin uma terrível maldição, todos os filhos de Húrin teriam um terrível destino. Tudo que tentassem de bom seria convertido ao mal. Seus melhores amigos morreriam, e a maldição teria que se alastrar por todos os seus descendentes e à todos que fossem próximos.</p>
<p>Fora isto, Húrin sob o efeito do poder de Morgoth foi condenado a tudo ver com os olhos de Morgoth, Hurin veria a distorcida história de seus filhos.</p>
<p>É assim que começa a triste história de Túrin filho de Húrin e suas irmãs. Este livro é uma surpreendente viagem a tempos remotos e escrito por duas mãos. Digo duas mãos pois coube ao Christopher Tolkien (que vou chamar de Christopher)  reunir todos os esboços de seu pai J.R.R Tolkien (a qual vou chamar de Tolkien) e criar uma história com começo, meio e fim.</p>
<p>Apesar disso em parte por respeito à obra do pai e outra por humildade (herdado certamente de seu pai), ele não assina a obra e no lugar disso na capa diz:<br />
&#8220;Escrito por JRR Tolkien e organizado por Christopher Tolkien&#8221;</p>
<p>De qualquer modo Christopher fez um grande favor à literatura escrevendo os trechos que faltavam para criar esta obra, certamente a mais sombria do Tolkien.</p>
<p>A tradução brasileira é excelente e de tão boa deixa algumas falhas. Acontece que eles traduziram seguindo as recomendações de Tolkien e que nem sempre fica bem. Um exemplo é traduzir ranger para mateiro (argh!). Quem não sabe o que é um ranger entre os fãs de Tolkien levante a mão! Agora quem diabos sabe o que é mateiro?</p>
<p>Outra coisa foi a tradução de dwarves para ananos em vez de anões. Tolkien criou esta raça que tem o nome muito semelhante a dwarfs (anões) mas ao mesmo diferente para ninguém imaginar que é uma pessoa deformada e sim uma raça semelhante a humanos anões. Mas dai a criar ananos para ficar parecido com anões é foda! Novamente qualquer um que lesse anão no livro de Tolkien hoje em dia saberia perfeitamente do que se trata. Por conta desta besteira cada vez que eu lia &#8220;ananos&#8221; me dava calafrio.</p>
<p>E por último os poemas que foram apenas traduzidos e não adaptados para obedecer à rima. O que ocasionou um texto longo e sem graça nos apêndices. E pior, nenhuma nota do tradutor. Ainda assim o trabalho de tradução é notável e de boa qualidade.</p>
<p>O livro brasileiro é recheado de imagens fantásticas de Alan Lee que ilustra todas as cenas importantes. Só as imagens valeriam o livro, mas somando tudo cada página vale ouro.</p>
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		<title>4e&#8217; será lançado em dezembro!</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 21:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GranKain</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[D&D]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto muitos ainda discutem se gostaram ou não da nova edição, a WoC não parou de trabalhar. Acabou de ser anunciada a primeira grande revisão da 4e. O livro vai ser lançado em dezembro e será compatível com o 4e, porém serão revisados os livros básicos do jogador ao livro dos monstros. Os livros revisados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1067" style="margin:5px" title="dd4e" src="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2010/04/dd4e-150x150.jpg" alt="dd4e" width="150" height="150" />Enquanto muitos ainda discutem se gostaram ou não da nova edição, a WoC não parou de trabalhar. Acabou de ser anunciada a primeira grande revisão da 4e. O livro vai ser lançado em dezembro e será compatível com o 4e, porém serão revisados os livros básicos do jogador ao livro dos monstros. Os livros revisados virão como sendo para D&amp;D 4e&#8217; (4st edition line).</p>
<p>Eu não consegui entender 100% do artigo em inglês pois havia muitos termos técnicos (do jogo) e eu não joguei com afinco a 4e ainda (minha culpa) mas pelo que entendi as principais mudanças são os seguintes:</p>
<h2>Combate</h2>
<p>Alterações tornarão ainda mais empolgantes os combates com personagens de alto nível (acima do 10) e impedir o efeito sleeping que ocorre quando cada personagem tem tanta coisa a ser feita que os demais se desconcentram até que a vez volte a eles.</p>
<h2>Skill Challenge</h2>
<p>Alguns valores sugeridos irão mudar, além de uma nova mecânica (mistério) que trará um novo ar ao SC.</p>
<h2>Elfos</h2>
<p>Agora os elfos serão de 4 tipos. Além dos 3 originais haverá um elfo alado, uma inspiração numa raça do extinto AD&amp;D.</p>
<h2>Monstros</h2>
<p>Diversos monstros únicos ou raros foram alterados, tornando-se mais perigosos e com xp alterados. Diversos outros monstros tiveram algumas estatísticas diferentes.</p>
<h2>Magias, Poderes, etc</h2>
<p>Muita coisa nova porém 99% do que já existia manteve-se igual com leves mudanças e ajustes.</p>
<h2>Capas</h2>
<p>Todos os livros que serão lançados terão o fundo branco e cor verde clara e o logotipo do D&amp;D será alterado para distinguir da edição anterior.</p>
<h2>Rate de Evolução</h2>
<p>Agora o mestre poderá acelerar ou frear a evolução do personagem de acordo com o tipo da campanha. Inclusive tem diferenças técnicas entre três configurações de velocidade que virão pré-definidas.</p>
<h2>Compatibilidade</h2>
<p>Totalmente compatível com a 4e. O responsável pelo lançamento Cristhopher (CF) deixou claro que o mestre poderá usar por exemplo o livro dos monstros novo, com livro do mestre antigo sem problemas. Só é necessário que não se tenha livros conflitantes (um livro do jogador de 4e e outro livro do jogador de 4e&#8217;). Porém ele deixa claro que as melhorias foram muitas e ninguém vai querer ficar de fora.</p>
<h2>Insider</h2>
<p>A versão eletrônica do jogo terá uma versão exclusiva para 4e&#8217; com assinatura separada, de acordo com CF seria inviável ter ambas as regras funcionando em paralelo e simplesmente atualizar todas as regras do sistema poderia vir a perder muitos dados. Então a decisão acertada foi de que um novo servidor apenas com regras do 4e&#8217; foi criado e quem já tem assinatura do 4e pagaria apenas 25% a mais para ter de ambos, e quem quisesse apenas de 4e&#8217; teria que pagar então o valor do que hoje é cobrado no 4e.</p>
<h2>E a 5e ?</h2>
<p>CF deixou claro que não existe a mínima chance e vir uma quinta edição ou nova revisão tão cedo. De acordo com ele todas as edições do D&amp;D precisam de um amadurecimento e no caso da 4e é o 4e&#8217;, falar em 5e pelos próximos 5 anos é algo no mínimo impensável. &#8220;O que queremos é criar produtos para 4e&#8217; &#8221; enfatiza CF.</p>
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		<title>Old Dragon testado e aprovado!</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 22:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GranKain</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Old Dragon]]></category>
		<category><![CDATA[old school]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

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		<description><![CDATA[ Testei por três sessões o Old Dragon usando as aventuras Flagelo Rei e  Vermes do Feudo Maldito e irei rapidamente levantar os melhores (e piores) pontos do sistema e das aventuras.
O quê? Não sabe o que é Old Dragon? Pare agora mesmo de ler este post e vá no site deles conferir antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1039" title="logo" src="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2010/01/logo.png" alt="logo" width="350" height="97" /> Testei por três sessões o <a href="http://www.olddragon.com.br/">Old Dragon</a> usando as aventuras <a href="http://www.olddragon.com.br/2009/12/a-caverna-do-flagelo-rei/">Flagelo Rei</a> e <a href="http://www.olddragon.com.br/2009/12/vermes-do-feudo-maldito/"> Vermes do Feudo Maldito</a> e irei rapidamente levantar os melhores (e piores) pontos do sistema e das aventuras.</p>
<p>O quê? Não sabe o que é Old Dragon? Pare agora mesmo de ler este post e vá no site deles conferir antes de seguir adiante!<br />
<a href="http://www.olddragon.com.br/">www.olddragon.com.br/</a></p>
<h2>O Sistema:</h2>
<p>O sistema, pelo menos para level baixo, está muito bom, não senti falta de nada. O sistema consegue realizar com louvor o que se propõe: um sistema que lembra os primeiros D&amp;D para podermos reaproveitar nosso material de AD&amp;D, D&amp;D etc.</p>
<p>A escolha do sistema de combate remover THAC0 foi ótima, até porque converter qualquer material antigo de THAC0 para BA é teta. Basta de modo grosseiro fazer 20-THAC0.</p>
<p>Legal o uso dos dados que não são o D20 para todas as coisas e não somente para dano. As habilidades terem seus valores usáveis e não apenas os bonus, as tabelas, também. Eu não mudaria nada, o pessoal do Old Dragon está de parabéns!</p>
<h2>Vermes do Feudo Maldito</h2>
<p>Esta é uma aventura que me faz lembrar aqueles filmes B dos anos 80 que passavam no Sistema Bozo de Televisão. Não, não é ruim, pelo contrário é ótimo!<br />
Esta aventura foi escrita pelo Felipe Leandro e tem um nível de detalhamento incrível. Vale mesmo a pena!<br />
Minha única crítica é que existem lugares onde as referências aparecem em mais de um lugar, então uma informação demora para ser encontrada. Por exemplo achar algo sobre o cemitério, provavelmente você vai procurar em três lugares até encontrar, se for azarado como eu =).</p>
<h2>A Caverna do Flagelo-Rei</h2>
<p>Esta aventura tem uma idéia muito interessante, mas infelizmente morre na praia. Ela foi escrita pelo autor Gabriel Seixas e a sensação que tive é que faltou um pouco de atenção para criar um material que a aventura merece.</p>
<p>Vamos aos fatos. Minha primeira crítica é quanto a dificuldade dos monstros. Para personagens de 1º nível, suponha 4 personagens. Seus hps irão variar entre 4 a 12, o monstro dá 2d4+6 se usar garras, ou 2d6+1 (média de 7 de vida) se morder. Seu ataque +5 torna praticamente impossível de não matar um personagem em 2 rodadas, e seu hp o possibilita sobreviver pelo menos 3 rodadas o que seria suficiente para matar pelo menos um personagem logo no primeiro encontro.</p>
<p>Mais adiante mais inimigos perigosos, e uma aranha que dá um tipo de veneno que não é detalhado na aventura.</p>
<p>Outro detalhe é a primeira sala da caverna. Uma caverna no meio da montanha e a primeira sala tem quadros e uma estátua??? Qual o motivo disso tudo numa caverna? A aventura não explica.<br />
Também não explica o medalhão caríssimo de 250PO na estátua, com um save or die embutido nele (forte para aventura de 1º nível né?)</p>
<p>Mas, como disse, a idéia é ótima e um mestre atento saberá corrigir a aventura e se divertir com ela, mas deve ser cauteloso ao usá-la para não traumatizar seus jogadores =D.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O OD é fantástico, porém por ser livre os materiais que irão surgir terão diferentes graus de qualidade, o que é esperado e perfeitamente perdoável. Cabe talvez à equipe do OD criar um Rank das aventuras e materiais mais aceitos para que os usuários experimentem com cautela uma ou outra coisa. Mas a iniciativa é ótima e os autores das aventuras devem continuar a criar aventuras cada vez melhores para incentivar nosso hobby. Quem sabe eu não me anime a criar alguma? =D</p>
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		<title>Epic fail / Pérola</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 21:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Riana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[+ RPG]]></category>
		<category><![CDATA[pérolas]]></category>
		<category><![CDATA[relato]]></category>

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		<description><![CDATA[O meu maior epic fail em mesa de RPG de todos os tempos. Nem tenho dúvidas.
Vou roubar um pouco da narração do Gan para contar o que aconteceu em nossa última jogatina do Fronteiras I, aqui mesmo no Taulukko, a continuação das aventuras de Porto Livre.
Depois de resolver o grande mistério em Porto Livre e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O meu maior epic fail em mesa de RPG de todos os tempos. Nem tenho dúvidas.</p>
<p>Vou roubar um pouco da narração do Gan para contar o que aconteceu em nossa última jogatina do Fronteiras I, aqui mesmo no Taulukko, a continuação das aventuras de <a href="http://blog.taulukko.com.br/grimorium/510">Porto Livre</a>.</p>
<p>Depois de resolver o grande mistério em Porto Livre e de enfrentar um dragão, seguimos para o continente onde vivem os anões, atrás de mais uma das gemas élficas que estamos reunindo para uma mega-quest posterior. Depois de seguir uns boatos que ouvimos na primeira taverna onde comemos e bebemos, entramos em uma mina para investigar.</p>
<p>Lá, um verme nos ataca e se enrola em Gustaf. Gustaf Olafson é o anão do grupo. O que fala o idioma local, conhece a cultura local e tinha uma missão para realizar ali em nome da família. Ele estava ansioso para chegar lá. Além disso, estava feliz da vida por poder estrear o seu novíssimo machado +5, que encontramos na cova do dragão. E além além disso, era o personagem mais próximo de Saya, junto com Serin, já que por sua tendência maligna ela não é lá muito chegada no clérigo e, principalmente, no cruciata/paladino do grupo.</p>
<p>Atacamos o verme. E eu, jogando com a Saya, minha hexblade, acerto a CA do bicho com a minha megabogafodablaster espada sugadora de almas (que ficou um tempão em mãos inimigas, para meu desespero, e estava, enfim, de volta às minhas mãos).</p>
<p>Rolei o dano e metade foi no verme, metade no anão, pois estavam embolados.</p>
<p>Ataco novamente &#8211; anão tem HP para quê, né? &#8211; e acertei um crítico.</p>
<p>Mestre &#8211; Você acertou um crítico. Qual a DC para não ter a alma sugada?<br />
Maíra &#8211; Não precisa rolar, a criatura não é inteligente.<br />
Mestre &#8211; Mas o anão é.<br />
Maíra &#8211; <strong>Putz!</strong> &#8211; um minuto de silêncio &#8211; Putz! A DC é 10+ 1/2 do Base Ataque<br />
Mestre &#8211; Então a DC é 16.</p>
<p>Aí o Mestre escreve no chat:<br />
- Gustaf, faça um teste DC 16 para não ter sua alma sugada pela espada da Saya.<br />
O anão rola o dado e soma 10.<br />
O Mestre escreve:<br />
- Vocês observam o anão murchar, perder as forças e seus olhos ficam brancos. Uma luz sai do corpo dele e vai em direção da espada e uma nova gema da espada se ilumina.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Fala se eu não mereço o prêmio Epic Fail RPG da história?</p>
<p>Agora ganhamos uma nova quest. Com trocentos requisitos! Dá só uma olhada na lista:</p>
<p>1 &#8211; Nível de Clérigo:<br />
O jogador do Gustaf vai assumir o personagem clérigo do grupo (que estava evoluindo na metade do ritmo do resto do grupo, porque o jogador não participa das campanhas há tempos). Ele já tem 40% do xp para evoluir para o nível 10, quando ele pega a magia &#8220;Reviver os Mortos&#8221;. E deste modo, poderá trazer novamente o Gustaf à vida.</p>
<p>A descrição da magia diz que ele perde 1 nível de forma permanente, mas o Gan não usa dreno de níveis, então ele vai perder um ponto de Con permanente.</p>
<p>2 &#8211; Tempo curto:<br />
Fora isto, a magia apenas resucita SE o defunto estiver morto há 1 dia level do clérigo, ou seja, temos 10 dias para reviver o anão.</p>
<p>3 &#8211; Corpo do anão:<br />
A magia precisa também do corpo inteiro e isso é importante. Mas nós enterramos o anão no gelo, o que facilita nossa vida.</p>
<p>4 &#8211; Querer :<br />
O deus do avatar/clérigo precisa aceitar trazer o ser de volta. No caso, Gustaf fez a cruz (o símbolo da fé) do avatar (clérigo), logo o deus do avatar trará ele com todo gosto.</p>
<p>A alma precisa querer voltar (e poder voltar, veja 3a parte da quest), e ele quer. Afinal Gustaf está na Rússia e ele tem contas a resolver, ele não PODERIA morrer pois é muito importante ele se vingar do assassino de seu pai. Logo ele tem sede por voltar.</p>
<p>5 &#8211; Muita grana:<br />
Precisamos de diamantes, muuuuuitos diamantes. No total 5000 PO em diamantes.</p>
<p>6 &#8211; Liberdade da alma:<br />
A alma do anão está presa e sendo torturada pelas outras almas que estão na espada da Saya. A magia de reviver os mortos falhará automáticamente se a alma do anão estiver presa dentro da espada. Precisam liberar a alma da espada antes. Para isso, precisamos acender todas as 9 gemas da espada, alimentando-a com outras almas. Ainda bem que tendência não é um problema para minha ex-assassina profissional.</p>
<p>Desejem-nos sorte!!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Malleus Maleficarum</title>
		<link>http://blog.taulukko.com.br/grimorium/959</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 17:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GranKain</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[+ RPG]]></category>
		<category><![CDATA[caça as bruxas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Heinrick Krammer]]></category>
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		<category><![CDATA[malleus maleficarum]]></category>
		<category><![CDATA[manual de caça às bruxas]]></category>

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		<description><![CDATA[ Nos anos 80 &#8211; não do século passado, mas há 600 anos &#8211; a caça às bruxas teve seu ponto mais alto. Nessa época, dois padres dominicanos escreveram um livro que se tornou o tratado de como se caçar bruxas. Seu nome? Malleus Maleficarum, mas também conhecido como Martelo das Bruxas ou simplesmente Manual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2009/09/250px-malleus_1669.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-960" title="250px-malleus_1669" src="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2009/09/250px-malleus_1669-150x150.jpg" alt="250px-malleus_1669" width="150" height="150" /></a> Nos anos 80 &#8211; não do século passado, mas há 600 anos &#8211; a caça às bruxas teve seu ponto mais alto. Nessa época, dois padres dominicanos escreveram um livro que se tornou o tratado de como se caçar bruxas. Seu nome? Malleus Maleficarum, mas também conhecido como Martelo das Bruxas ou simplesmente Manual de Caça às Bruxas.</p>
<h2>Um pouco de história:</h2>
<p>Antes de falarmos da obra é bom entendermos o contexto. Tudo começa no século 4 quando a Igreja Romana se converteu ao cristianismo, alterando seus deuses para santos e instaurando a Igreja Cristã como oficial. Apesar da conversão, as religiões estavam espalhadas por diversas tribos, e os rituais eram tão diversos e tão espalhados que apenas &#8220;santificar&#8221; alguns deuses não resolvia o problema diplomático religioso.<br />
Na Idade Média este problema religioso se agravou e passou a ocorrer uma coisa que é muito visível aqui no Brasil: a &#8220;multi-religiosidade&#8221; dos fiéis. Apesar do cidadão ser fervorosamente cristão (católico ou protestante), quando a vaca azedava o leite além das rezas ele fazia um trabalhinho ali em favor de um deus de uma religião local, ou cuspia ao entrar numa igreja para alegrar um deus de uma religião da cidade vizinha, ou ainda proferia algumas palavras durante a reza para agradar algum deus da natureza, ou ainda (e talvez muitas vezes tido como principal) omitia alguns pontos na hora de se confessar.<br />
No Brasil isto é chamado de &#8220;kit-fé&#8221;. O cidadão é católico mas vai ao centro kardecista na segunda-feira, vai a uma vidente na quarta, na quinta ele vai a um centro de umbanda e no sábado ele vai ver a pregação de um pastor em uma igreja onde ele se sente bem. Esse tipo de coisa foi considerado intolerável para a Igreja na época. E, apesar dos líderes religiosos terem suas bases espirituais para agir, a condenação não era apenas espiritual e sim um ato de vingança e violência. Todas as pessoas que não seguiam seus credos eram então torturadas, castigadas e queimadas. A liberdade religiosa havia acabado, mas isto, isto era apenas o começo&#8230;  A Inquisição mandou para a fogueira milhares e milhares de pessoas na Europa e em todo o mundo, e este ato foi causado por 3 coisas:</p>
<ul>
<li> Histeria do Povo, pois quem seguia corretamente a religião começou a fantasiar conspirações malignas em tudo.</li>
<li> Ferramenta política. Como os bens dos condenados iam para o Estado ou para a Igreja, era bem conveniente enviar para a fogueira homens ricos ou com aquisições interessantes.</li>
<li>As pessoas eram torturadas geralmente até dizerem um culpado, quem o seduziu para bruxaria ou um novo bruxo. Muitos acabaram citando ou inventando situações &#8220;criminosas&#8221; e novos culpados surgiam para encerrarem a tortura e/ou para o réu morrer de forma menos dolorosa. Isto levou a um crescente número de pessoas executadas entre 1550 e 1650.</li>
</ul>
<p>O movimento não teve um fim oficial, mas suas atividades no século XVIII eram praticamente nulas se comparado ao resto.</p>
<p>Estima-se que um total de 50 mil pessoas foram executadas, sendo que mais de 90% delas jamais cultuaram um segundo deus senão o deus cristão.</p>
<h2>O Livro:</h2>
<p><a href="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2009/09/manual.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-961" title="manual" src="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2009/09/manual-150x150.jpg" alt="manual" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O Martelo das Bruxas foi escrito por Heinrick Kramer e Jacobus Sprenger com a intenção de criar um tratado sobre tudo que se &#8220;sabia&#8221; a respeito de como lidar com as bruxas. Aliás, bruxas tanto eram homens como mulher. Hoje dizemos &#8220;bruxo&#8221;, mas na realidade nunca houve o termo bruxo. Homens que faziam ações em prol do demônio eram chamados igualmente de &#8220;bruxas&#8221;. Mas voltando ao livro, este é dividido em capítulos escritos de modo claro e com exemplos.</p>
<p>O livro é dividido em duas Questões, e cada qual conta com diversos capítulos. Os capítulos têm como título o assunto que nele é debatido, como &#8220;Métodos diabólicos de atração e sedução&#8221;, &#8220;O pacto com o mal&#8221;, &#8220;Os meios de transporte da bruxa&#8221;, &#8220;Relação sexuais com incubos&#8221;&#8230;<br />
Nestes capítulos é possível encontrar desde explicações mais simples de como detectar uma bruxa, até alguns rituais complexos feitos por elas.</p>
<h2>Como usar isso?</h2>
<p>Imagine você chegar numa hospedaria, num dia chuvoso e após pagar por uma cerveja ouvir na mesa do lado:<br />
&#8220;Então quando o cozinheiro do arquiduque se casou com uma honesta jovem da cidade de <a href="www.rygar.com.br">Rygar</a>, uma bruxa que tinha sido sua amante, encontrou com eles na <a href="http://www.rygar.com.br/index.php/Encruzilhada_das_Pedras">Encruzilhada das Pedras</a> e, diante de outras pessoas honestas, predisse o enfeitiçamento e morte da moça, apertando sua mão e dizendo: &#8220;Não gozará seu marido por muito tempo.&#8221; E logo, no dia seguinte, a moça caiu de cama e depois de alguns dias pagou o saldo de toda sua carne, exclamando ao expirar: &#8220;Oh! Assim morro por causa daquela mulher que, com a permissão de Deus, matou-me com sua bruxaria, porém, na verdade, vou para outro e melhor casamento com Deus.&#8221;</p>
<p>O texto acima precisou ser apenas levemente adaptado, mas ele encontra-se inalterado no capítulo XII do manual em &#8220;Exemplos vistos pelos Inquisitores&#8221;. Desta e de muitas outras o livro pode dar mais veracidade em suas histórias, afinal estudar história sempre é bom, mais ainda se envolve seres fantásticos, bruxas, demônios, sociedades secretas, ou até algo mais próximo do real, uma sociedade inquisitora prestes a botar todo mundo na fogueira.<br />
Estou mestrando uma campanha, por exemplo, onde a magia é determinantemente proibida. Inspirar-se nos métodos deste livro para saber como o clero da Igreja dominante age e pensa é fundamental.<br />
Ou então se você quer criar a história numa vila atacada por bruxas reais, o livro trará vários exemplos para você criar uma bruxa aos moldes do que os padres da época caçavam.<br />
Ou sua intenção é criar um personagem inquisitor? Boas dicas também.<br />
Centenas de exemplos podem ser dados para se criar campanhas, aventuras, livros, contos ou apenas um personagem. E este livro você conseguirá em inglês na internet ou em português em sebos por valores entre R$10 a R$20, então é sem dúvida uma boa aquisição e uma forma de tirar algum proveito positivo nesta histeria que movimentou a Idade Média e a Idade Moderna =)</p>
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		<title>3.5 e suas regras, regras e mais regras</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 22:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Riana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[+ RPG]]></category>
		<category><![CDATA[D&D]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 3.5]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de nossa jogatina de segunda, eu e marido-nerd ficamos um tempo papeando sobre o peso das regras de D&#38;D 3.5 na sessão e chegamos a uma conclusão: D&#38;D 3.5 pede jogadores que gostam de aprender regras.
E isso não é bom nem mau. Eu gosto, o marido-nerd gosta, o Tchelo e a Lina, com quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_953" class="wp-caption alignright" style="width: 305px"><a href="http://www.flickr.com/photos/jm3/4683664/"><img class="size-full wp-image-953 " style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="regras" src="http://blog.taulukko.com.br/wp-content/uploads/2009/09/rules.jpg" alt="pilha de regras!" width="295" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">pilha de regras!</p></div>
<p>Depois de nossa jogatina de segunda, eu e marido-nerd ficamos um tempo papeando sobre o peso das regras de D&amp;D 3.5 na sessão e chegamos a uma conclusão: D&amp;D 3.5 <strong>pede</strong> jogadores que gostam de aprender regras.</p>
<p>E isso não é bom nem mau. Eu gosto, o marido-nerd gosta, o Tchelo e a Lina, com quem sempre jogamos, gostam. A gente se diverte. Eu chego a ser mala. Gosto de descobrir uma regra e entender o motivo dela ter sido criada, como ela muda a dinâmica do jogo, de uma classe ou outra. Mas tem gente que não gosta, não tem saco, e aí que, na hora do jogo, a sessão empaca.</p>
<p>Empaca porque um jogador não anotou na ficha o bônus de ataque com sua arma principal e rola só o d20, esperando o mestre completar a conta.</p>
<p>Empaca porque outro jogador cria um bardo, mas na hora do combate fica atacando com sua arma de 1d3 de dano em vez de cantar.</p>
<p>Empaca porque o mestre precisa ir até a ficha do jogador marcar que ele usou determinada magia (ou, com nossa regra, perdeu ponto de matk), porque o jogador nunca lembra de fazer.</p>
<p>Quando a turma está aprendendo as regras, isso não é um problema. Eu e Edson jogamos assim com o Tchelo por um bom tempo. Sequer usávamos todas as regras. O mestre ia aplicando aos poucos, até a gente se acostumar. Tanto que só fomos usar a regra de cobertura direito há poucos meses. Até então, minhas rangers apelavam lançando flechas e flechas com gente do grupo no caminho sem penalidade alguma.</p>
<p>O problema é mais de harmonia mesmo entre o modo de jogar e o sistema. O D&amp;D tem regras voltadas para o combate. E é natural que haja muitos deles em uma campanha. Então, mesmo que o jogador goste mais de interpretação e não ligue muito para ficha, combos e combate, é importante, como diz o marido-nerd, ele manter o personagem dele vivo e gerar uma história melhor para ele. Afinal, personagem morto não faz história.</p>
<p>Porque o resultado dos empacamentos acima não é só uma sessão de combate truncada. É perda para o personagem. No primeiro caso, por exemplo, a gente acaba somando o básico na hora: ataque base + força. E, nessa hora, a gente esquece do talento que dá + 1 no ataque, ou que a arma é obra-prima, ou ainda que alguém soltou alguma magia e todos estão com +1 de bônus. No segundo caso, o bardo poderia ter criado uma canção de encorajamento e dado o bônus para os atacantes. Segundo os cálculos do mestre, ele teria feito os atacantes causarem em média 50 a mais de dano, por conta dos ataques perdidos por diferença de 1 na rolagem de ataque. Vê a diferença? No terceiro caso, o mestre perde tempo que poderia ser usado para criar melhor os diálogos dos npcs, caprichar na narrativa, em vez de pagear ficha de jogador.</p>
<p>Ninguém precisa virar combeiro para se manter vivo. Mas pegar gosto pelas regras pode tornar um combate &#8211; e uma campanha &#8211; muito mais divertido para todos: com histórias mais ricas e narrações mais cuidadosas e personalizadas.</p>
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