D3System e Dia Mundial de D&D

D3System e Dia Mundial de D&D

Estava sentindo falta do D3System? Pois ele já tem data para voltar, cheio de novidades. Confere só o que o D3 mandou p/ gente divulgar:

No dia 23 de Maio, junte-se aos milhares de fãs de D&D no Brasil e no mundo para comemorar o lançamento de dois livros. O Livro do Jogador, em português, e o Monster Manual 2, em inglês. Marque no calendário e chame seus amigos, pois o tão esperado lançamento está chegando!

E a Iniciativa D3System não poderia ficar de fora. Estaremos realizando nosso evento na AJOIP em São Paulo, que fica na Rua Conselheiro Furtado, 1213 – SP, pertinho do Metrô São Joaquim.

Além das mesas com a aventura oficial, a Equipe inteira estará disponível para atender ao público. Também estaremos vendendo o Livro do Jogador 4ª Edição e outros produtos com 10% de desconto, inaugurando a D3Store! Além disso, teremos uma pequena Feira de Jogos Usados no local.

Venha conhecer a AJOIP, bater um papo com o D3System, colocar seu livro a venda, procurar umas raridades e principalmente jogar e se divertir conosco.

O que? D3System e Dia Mundial de D&D.
Onde? AJOIP: Rua Conselheiro Furtado, 1213 – SP – http://tinyurl.com/poyte3
Quando: 23 de maio de 2009, das 10:00 h as 20:00 h.
O que vai rolar? Lançamento do Livro do Jogador 4ª Edição. Mesas Oficiais de 4ª Edição. Feira de Jogos. Festa de re-abertura do D3system.

Magias & Barbaridades chega na tira 500

Magias & Barbaridades chega na tira 500

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Exatamente isso, a tira medieval mais hilária da história chega no número 500. Não conhece Magias & Barbaridades? Magias & Barbaridades (M&B) conta a história de um mago atrapalhado, um guerreiro que recita Shakespere e de uma ranger que mata mais pela sua beleza que com seu arco. Do autor Fabio Ciccone, M&B é um dos HQs brasileiros de maior sucesso. Entre já no site e se atualize, até porque a ranger Idana prometeu tirar a toalha no número 500 !!!

Mais informações sobre M&B:

EIRPG Cancelado, mas nem tudo são mágoas!

EIRPG Cancelado, mas nem tudo são mágoas!

eirpgJá há algum tempo a Devir Brasileira é acusada de ter problemas sérios de comunicação por não ter alguém oficialmente liberando informações, então as informações “vazavam” e quando estavam erradas a Devir não assumia a responsabilidade, afinal oficialmente nada havia sido dito. Porém no mínimo é triste ver que uma editora do tamanho da Devir não é capaz de ter um canal sério divulgando as novidades, tal como o Encontro Internacional de RPG (EIRPG) ou ainda os lançamentos da 4a Edição (sempre atrasados). Por conta dessa má administração, ao menos no que se refere à comunicação, foi dito não oficialmente que o EIRPG iria acontecer e depois novamente não oficialmente que não iria, e oficialmente que é bom? Nada.

Porém por conta disso alguns grupos (D3System, Caravana Surreal e Janaína e Horácio, do EBA) começaram a organizar um evento próprio de RPG, que ainda sem nome definido mas com lugar garantido. D3CON, Surreal RPG, Arena RPG, Aliança RPG, Balão Mágico RPG? Não importa, podem contar com a presença do pessoal do Taulukko ^^

A data deverá ser a mesma, ou próxima, do que seria o EIRPG (segundo obviamente às informações não oficiais).

Vamos aguardar e torcer =)

Update: o evento já tem nome! RPGCon! Yay!

Old Dragon 99% pronto!

Old Dragon 99% pronto!

Old Dragon
Old Dragon

Não é tudo, mas ao menos o texto está 99% pronto e quem disse isso foi o Mr POP membro da equipe do Old Dragon, um sistema old school brasileiro.

Como assim não sabe o que é Old Dragon?

Leia tudo sobre o Old Dragon nos links abaixo:
Vorpal sobre Old Dragon
Preview do Kobold para Old Dragon no site do Vorpal
Sobre o Old Dragon no POP Dice
e mais ainda no POP Dice…
e caso queira ajudar com ilustrações…

Porto Livre – Um cenário que vale a pena Parte II

Porto Livre – Um cenário que vale a pena Parte II

As aventuras de Porto Livre (PL) lançadas pela Jambô são três volumes que formam uma campanha de 1° ao 10° level para sistema D20. O primeiro deles, Morte em Porto Livre, foi ganhador dos prêmios ENnie e Origins e foi comentado no post :

Porto Livre – Um cenário que vale a pena Parte I

No segundo volume, “Terror em Porto Livre”, a trama se complica e mostra que existe algo de podre no arquipélago pirata.

Aviso! Spoilers (Informações que prejudicam a diversão)

Este post irá tratar sobre vários eventos da segunda aventura e podem ser levantados muitos spoilers. Se você é jogador e não mestre, não leia o artigo até ter jogado ao menos uma vez a aventura.

Comentários Iniciais

Quando mestrei esta campanha, ela foi iniciada no começo de 2008 e terminou em maio de 2009, rendendo 29 sessões de jogos (aproximadamente 2 sessões por mês).

Quando finalizei o primeiro volume eu realizei uma aventura que festejava um feriado na cidade e que no meio da aventura havia um torneio de luta livre. O prêmio era um cinturão mágico que dava habilidades, porém o lutador deveria aparecer anualmente para manter o cinturão como prêmio ou ele desapareceria para poder ser novamente disputado no torneio.
Esta aventura foi baseada em um item que consta no apêndice do primeiro volume, “Cinto da Luta Livre“. Sim, além das aventuras cada volume trás vários “brindes” que vão de itens mágicos novos até novas feats e monstros.
Como um dos jogadores ganhou o cinto, usei isso de gancho para fazer que de alguma forma voltariam para Porto Livre, embora eu reforcei esse fator posteriormente. Mas por hora era o bastante e me permiti fazer uma ou duas aventuras no meio do oceano e deixar a história principal acontecer (eu não estava mestrando apenas PL, há uma campanha maior onde PL se encaixou como uma luva para mim). Um ano depois na história (e aproximadamente um level a mais cada jogador) eles estavam de volta a Nova Porto e então comecei a aventura do volume 2.

Terror em Porto Livre


O segundo volume de PL se chama “Terror em Porto Livre“ e pode ser adquirido no site da Jambô. Este volume começa com os heróis recebendo a visita do irmão Egil, figura carimbada no primeiro volume. Ele está preocupado com o quanto os membros do templo maligno estão inseridos na sociedade de Porto Livre. Tem aí o início de uma das melhores tramas que já mestrei. A aventura, como uma espiral de acontecimentos, levará os personagens para eventos cada vez mais sinistros e bizarros, mostrando que pessoas cada vez mais importante estão comprometidas dentro do governo de Porto Livre, jogando os personagens no meio de intrigas políticas da pequena ilha. Claro, sem deixar de passar por diversos encontros inusitados, armadilhas perigosas, tentativas de assassinatos e outros elementos fantásticos que tornam esse mundo de piratas inigualável.
A aventura termina abruptamente quando os jogadores descobrem quem está por trás da irmandade do símbolo amarelo, e quais são seus planos.

O que eu mudei, idéias e sugestões…


Fora as aventuras que coloquei entre o volume I e II, fora o que já havia mencionado no 1° volume eu ainda fiz novas mudanças. Não sei se por desatenção ou se realmente é um defeito da aventura, eu não encontrei em nenhum momento uma maneira dos personagens irem parar no prédio da Repartição de Registros Públicos e isso é de extrema importância para continuidade da aventura. Resolvi o dilema colocando o próprio irmão Egil sugerindo aos jogadores que eles poderiam descobrir mais sobre Verlaine no prédio de registros, mas sem essa dica a aventura teria simplesmente travado.
Fora isso a aventura é perfeita e extremamente bem elaborada.

Conclusão:

Uma ótima campanha para ser mestrada seja online – de forma que renderá aproximadamente 20 a 30 sessões – ou pessoalmente – de forma que renderá aproximadamente umas 6 a 10 sessões. Diversão garantida para os jogadores e mestres.

Aguardem a parte 3, em que falarei sobre o último volume desse lugar fantástico.

Soltem a adriça! Estiquem seus esqueletos e tratem de navegar! E pilhe já a trilogia de Porto Livre e deixe de ser um mero grumete! Yaaaaar!

Resultado da Promoção “1001 usuários, 1001 motivos”

Resultado da Promoção “1001 usuários, 1001 motivos”

Não foi fácil arrancar os votos dos juízes. As frases eram engraçadas e criativas ^^
Abaixo, na ordem os vencedores da promoção 1001 usuários, 1001 motivos:

3o Lugar

“Tudo começou com a procura de um nome que tivesse impacto, mas as idéias custavam a chegar. Até que em um dia qualquer, um fanho passou conversando ao celular e a única coisa que entenderam foi – Tá ãnluco. Com o humor negro e as risadas escapulindo pela boca tentando adivinhar o que seria a palavra, o nome Taulukko foi criado.”

por Deivide “Elven” Argolo

2o Lugar


“Uma grande força motora da Revolução Francesa foi a facção que os revolucionários chamaram “Jacobinos”. A despeito da visão dos românticos que criam terem sido denominados em homenagem a Jean-Jacques Rousseau, o nome “Jacobinos” designou, originalmente, os componentes do Clube dos Bretões que se reuniam num certo convento parisiense administrado pelos Dominicanos, chamado Convento dos Jacobinos por estar sob as graças de São Tiago (Saint Jacques).
Embora se diga que o nome do mosteiro homenageia uma das versões santificadas do próprio apóstolo Tiago, o fato é que o fundamento do nome está irremediavelmente perdido. Certa minoria clama tratar-se de uma homenagem a Jacobus Demolay, último grão-mestre dos cavaleiros da Ordem do Templo — honraria concebida casualmente por um acólito que a História desconhece, e prestada por alguma casa misteriosa e ainda indefinida entre as multidões fervilhantes de lojas místico-políticas da França oitocentista.
O importante é que tais cavalheiros, como todos os seus colegas, afirmaram possuir técnicas e protocolos secretos oriundos do templo de Salomão, tomado e guardado a sete chaves pelos cavaleiros Templários, e relegado ao esquecimento através dos séculos; a chave destes saberes, acompanhada de inumerável riqueza, está guardada numa caverna ignota, no vilarejo francês de Rennes-le-Château.
Muitos tentaram encontrar o tesouro — alguns inclusive, como o padre Saunière, alegaram ter desvendado sua chave –, porém os meios intelectuais de decifrar o enigma jamais surtiram qualquer resultado.
É sabido, todavia, que um século antes do padre nascer, o acaso levou um pastor dos arrabaldes de Carcassone a tropeçar e despencar numa caverna subterrânea. O homem que saiu como pastor, ao voltar à cidade, estava rico: comprou roupas e propriedades, casou-se e jamais apascentaria uma ovelha novamente — exceto aquela que adotou como mascote, e que batizou, misteriosamente, de uma palavra que não tem similar em sua língua: Taulukko.”

César “ironsand” Rodriguez

1o Lugar


Ao analisar registros históricos, houve relatos de que, em 1835, os portugueses mantinham um prisioneiro indígena que, em pouco tempo, havia aprendido a língua portuguesa. Diziam que seu nome era indecifrável e complicado, mas contava histórias incríveis, com as quais os ouvintes ficavam ávidos e vibrantes. Ele sempre contava as histórias por partes e sempre pedia a opinião das pessoas que ouviam sua narrativa, mantendo assim a história como elas gostariam que fosse.
O imperador Dom Pedro I, muito interessado em tal aborígene, enviou um emissário português, que deveria fazer o relato sobre suas histórias.
Meses depois o emissário voltou, muito abatido e escoriado. Ao ser questionado pelo imperador, disse que o silvícola era incrível e tinha uma habilidade sem igual, mas era louco. Completamente louco! Na primeira noite em que o emissário chegou, o índio iniciou uma narrativa de tirar o fôlego e continuou nos dias que se seguiram. Mas na noite em que prometeu finalizar a história, ele fugiu. Os portugueses enfurecidos e inconformados saíam em busca do índio, entravam na floresta e quando iam gritar o seu nome, lembravam-se de que não sabiam. Então perguntavam uns aos outros sobre o nome do índio. Tal era fúria deles por não saber o final da história, um deles falou: “Não sei! O tal é louco!”. Nisso, o outro que estava com um grupo responde: “então vamos pegar esse tal louco!”. E, em meio a sua narrativa ao imperador, o emissário caiu febril e delirante, prestes a morrer. O imperador correu para perto dele e perguntou: “E então, encontraram o índio?”. O imperador, não obtendo resposta, perguntou de novo: “encontraram o tal louco?!”, mas o emissário já havia morrido.
E daquele dia em diante, o índio ficou conhecido como tal louco, mas com o passar dos anos seu nome foi se difundindo para taulouco, até chegar a tauluco. E como os direitos autorais desse indígena não permitem que criemos um site com o seu nome, adaptamos para taulukko em homenagem a ele.

por Roberval Ruscelino Pereira Pequeno

Congratulações e Agradecimentos

Obrigado a quem participou e parabéns aos vencedores. Os prêmios devem ser enviados em até 10 dias (mais tempo de entrega dos correios). Entraremos em contato em breve =)

Porto Livre – Um cenário que vale a pena Parte I

Porto Livre – Um cenário que vale a pena Parte I

As aventuras de Porto Livre (PL) lançadas pela Jambô são três volumes que formam uma campanha de 1° ao 10° level para sistema D20. O primeiro deles, Morte em Porto Livre, foi ganhador dos prêmios ENnie e Origins.

Faz algum tempo que ela foi lançada pela Jambô, mas eu não queria escrever o artigo antes de ter mestrado a campanha.

Aviso! Spoilers (Informações que prejudicam a diversão)

Este post irá tratar sobre vários eventos da primeira aventura e podem ser levantados muitos spoilers. Se você é jogador e não mestre, não leia o artigo até ter jogado ao menos uma vez a aventura.

Comentários Iniciais

Quando mestrei esta campanha, ela foi iniciada no começo de 2008 e terminou em maio de 2009, rendendo 29 sessões de jogos (aproximadamente 2 sessões por mês) somando os 3 livros e mais algumas aventuras inseridas entre uma e outra como comentarei adiante.

Os jogadores se divertiram muito e para o Mestre também é sensacional trabalhar com algo tão bem elaborado como PL.

Morte em Porto Livre

O primeiro volume de PL se chama Morte em Porto Livre e pode ser adquirido no site da Jambô. Este volume começa com os heróis chegando a PL, o que permite ao Mestre -aliás altamente sugerido se o grupo não for de cinco para cima – a fazer uma ou duas aventuras antes do primeiro volume para diminuir a chance de Total Player Kiler (TPK ou morte de todos do grupo).
Eu, no caso, mestrei duas aventuras explicando os motivos do grupo chegar em PL e coloquei uma missão que servia de gancho para entrarem na história da campanha.
PL é uma ilha que é rodeada de piratas por todos os lados. O primeiro volume conta toda a história de uma antiga civilização de homens serpente e sobre sua ruína. Além de contar como surgiu a civilização humana na ilha e como ela cresceu e se desenvolveu até o ponto do início da história. Então mais do que uma simples aventura, o livro de PL é um verdadeiro cenário de campanha.
PL não é uma cidade normal, é uma cidade de piratas, orcs e toda corja de gente com má intenções. E tudo começa quando os heróis colocam os pés em PL, pois dali em diante a cada esquina um assaltante, ou um aproveitador irá surgir tentando enganar os personagens. Esta é PL.

PL não tem um rei, tem um Lord do Mar. Este cumpre o papel de um rei controlando a cidade e, quando morre, (quer seja de morte morrida ou morte matada) ele a deixa para um descendente.
O atual Lord do Mar se chama Milton Drac e ele está construindo há mais de 10 anos (e está sempre dizendo que está para acabar) um Farol. Farol que é, além de tudo, uma alta torre batizada de “A Tolice de Milton“. Milton acredita que o Farol será um chamariz para o comércio da ilha e, por isso, ele diminuiu todos os custos que tinha para ver sua obra “faraônica” finalizada, o que inclusive significou diminuir a guarda da cidade praticamente a zero.
PL é também uma cidade política. Milton não toma todas as decisões sozinho. Existe um grupo de Conselheiros que ajudam a governar a cidade. E mais, o grupo nunca está de acordo. O que gera muitas intrigas, discussões e por vez ou outra misteriosos assassinatos.
Por conta da Torre sempre em construção, existe um forte comércio de mercadorias entrando em PL, muitas das quais para materiais básicos, e os donos desse tipo de comércio geralmente são ricos e importantes homens em PL.
Um mapa da cidade de PL acompanha todos os volumes de PL. Outro mapa que vem junto é do arquipélago Presas da Cobra onde a ilha da cidade PL fica.
Apesar da campanha não ser 100% linear, ela é bem organizada e bem “fechada”, de modo aos jogadores  consigam chegar no final da campanha (se não morrerem ^^).
De forma resumida, eu poderia dizer que é uma aventura para resgatar o bibliotecário Lucius sumido há alguns dias, porém a trama se complica e começam a surgir novas coisas. Uma irmandade maligna e secreta, tramas políticas e traições.
O primeiro volume termina com o resgate de Lucius e a revelação do templo maligno. Mas, apesar das coisas parecerem terminar bem, não é o que parece…

 

O que eu mudei, idéias e sugestões…

A princípio deixe-me explicar que odeio começar a aventura com todos os personagens juntos. Gosto de fazer eles se encontrarem aos poucos e passarem algum tempo antes da história realmente começar. Isso faz eles darem valor aos parceiros do grupo e também soa menos falso pois você pode fazer com que os encontros sejam feitos aos poucos.
Então antes da campanha começar eu mestrei 2 outras aventuras. Uma no continente, onde eles se juntaram em um objetivo comum que os faria passar por PL, e outra na viagem para o arquipélago.

Outra mudança que fiz foi ter trocado os homens serpente por elfos negros. Mas isto eu fiz apenas porque na minha campanha soaria mais interessante. Nesse caso eu troquei todas as referências a serpentes por aranhas, e o deus maligno Inominado pela Deusa Aranha, mas mantive seus poderes e estatísticas.

Quando os personagens chegaram em PL eles estavam com média de level 2 e a dificuldade me pareceu bem equilibrada.

Conclusão:

Uma ótima campanha para ser mestrada seja online – de forma que renderá aproximadamente 20 a 30 sessões – ou pessoalmente – de forma que renderá aproximadamente umas 6 a 10 sessões. Diversão garantida para os jogadores e mestres.

Aguardem a parte 2 e 3, em que falarei sobre os próximos dois volumes desse lugar fantástico.

Agora tratem de mexer esses traseiros gordos suas garotinhas e tratem de comprar Porto Livre em vez de gastar todo o ouro em Rum porque e há jogadores famintos querendo jogar! Yaaaaar!