Participe do Encontro Virtual de RPG 2009!

Participe do Encontro Virtual de RPG 2009!

1º Encontro Nacional Virtual de RPG

Quem disse que precisa sair de casa para jogar RPG? Nos dias 25 e 26 de abril de 2009, você vai poder se encontrar e jogar online com RPGistas de todo o país, usando qualquer ferramenta – iRPG, Fantasy Grounds, Taulukko, MSN, Skype, TeamSpeak… são inúmeras as opções da internet!

Se você é Mestre, divulgue já suas mesas virtuais no fórum do evento, para os jogadores escolherem o que jogar e preparar seus personagens com antecedência. Não se esqueça de deixar o máximo que puder de informações (sistema, cenário, número de jogadores, se ainda há vagas, se aceita iniciantes…), acompanhar o tópico e dar retorno às inscrições.

Se você é jogador, mais fácil ainda: visite o fórum, inscreva-se e prepare o seu personagem!

O endereço do fórum é:
http://n2.nabble.com/Encontro-Virtual-de-RPG-2009-f2533277.html

Até a data do evento, você poderá encontrar dicas e ferramentas para aproveitar melhor a experiência de jogar online em vários sites de blogs de RPG, assim como no próprio fórum. Você pode jogar também usando as ferramentas do site Taulukko e RPG Online, que estão apoiando o evento!

Esta é uma iniciativa revolucionária organizada pela lista de Blogs de RPG!

Participe!

Finalmente, Baldur’s Gate III confirmado!

Finalmente, Baldur’s Gate III confirmado!

Logo
Logo BG3
Essa é quentinha, Baldurs Gate III sempre foi uma novela. Tudo começou após o BGII quando anunciaram o BGIII pela primeira vez em 2001. Depois por conta de desacordos a Black Island cancelou em 2003 o lançamento.

O que ninguém sabia era que reataram a WoC com a Black Island para a produção do BGIII, porém o pessoal de marketing decidiu não anunciar até que se tornasse mais concreto. Novamente em 2007 quando estava prestes a ser lançado houve outro desacordo, a WoC queria que o sistema funcionasse com as novas regras que seriam lançadas (4a Ed) e o jogo estava quase pronto.

Novamente parou por 1 ano, dessa vez sem ninguém ficar sabendo quando finalmente entraram novamente em acordo, o sistema incluiria o sistema de 4a Edição E (pasmem!) ele permitirá escolher o sistema de regras! Isso mesmo, você poderá selecionar entre:

Modo Multiplayer

AD&D 2a Edição

D&D 3.0
D&D 3.5
D&D 4.0

grandes vilões
grandes vilões
Fora isso a Black Island atualizou o jogo para efeitos novos das novas placas de vídeo, claro que devem ter ganho para isso.

De acordo com o Diretor do projeto Feargus Urquhart :

“O BG III teria que ser inovador, não era mais possível que o jogo continuasse isométrico. Também não queríamos utilizar uma engine onde o 3D não trouxesse realismo e a jogabilidade desejada. Somado a isso agora tínhamos três sistemas de regras (nota do Kain: ele se refere ao AD&D 2a Ed, ao D&D 3.0 e ao D&D 3.5) e um quarto sistema para ser lançado, então precisaríamos criar algo totalmente genérico para que aceitasse todos os sistemas de regras sem precisar reescrever todo o jogo. Foi então que a empresa Dragon & Mystic foi contratada para nos ajudar, ela já tinha realizado grandes trabalhos para servidores de MMORPGs altamente customizáveis e precisávamos incorporar o conhecimento deles no BGIII.”

Uma outra ótima notícia é que o sistema foi feito em cima de uma nova engine Ultimate Delusion feita exclusivamente para o BGIII e ela tem um ótimo suporte para MMORPG graças a ajuda da Dragon & Mystic. Ou seja, o jogo do BGIII pode ser jogado sozinho OU online, e se mantido online ele aguenta até 300 jogadores conectados ao mesmo tempo o.O

O jogo BG III terá o título de “A Marca do Mal” (Evil Mark) e o jogador poderá usar os personagens salvos nas campanhas BGI e BGII. Só não sei como será a adaptação caso ele selecione outro sistema de regras que não seja AD&D.

Seguindo os moldes do Never Winter Nights a engine virá junto com o game, agora é olhar as imagens e esperar o lançamento, previsto para 2010 e rezar para nada mudar até lá!

Dia de se ler Tolkien

Dia de se ler Tolkien

Livros de Tolkien
Imagem cedida por Patricia Oliveira

Esta terminando o dia 25 de março, e como tal o dia que se comemora a queda de Barad-dûr e o final da Guerra do Anel. Você não sabe o que isso significa? Então é provavelmente porque você nunca leu Tolkien, ou talvez nenhum dos livros dele, correto?

No fantástico mundo de Tolkien apenas uma foi maior que a Guerra do Anel, e por isso o motivo de ser retirado do mundo imaginário para o mundo real esta data festiva. A data do início da Era dos Homens.

No mundo real, comemoramos, claro, como o Dia de se Ler Tolkien e um dos primeiros a começar com isso foi Fabiano do Vorpal.

Como ele eu escolhi um texto para colocar no blog, um texto de Tolkien que tenha me marcado.

E claro não poderia escolher outro trecho do que as primeiras frases do livro o Hobbit.

Hobbit
Imagem cedida por loresui


“Numa toca no chão vivia um hobbit. Não uma toca desagradável, suja e úmida, cheia de restos de minhocas e com cheiro de lodo; tampouco uma toca seca, vazia e arenosa, sem nada em que sentar ou o que comer: era a toca de um hobbit, e isso quer dizer conforto.”

É desse jeito mágico, quase por acidente, que Tolkien fala pela primeira vez sobre a fantástica raça que ele criou, os hobbits. E, do mesmo jeito que Bilbo, você é arrancado mesmo sem querer de sua casa e levado para aventuras fantásticas num mundo antes totalmente desconhecido.

Este é Tolkien, e o trecho que escolhi foi do Hobbit.

D&D Game Day – como foi por aqui

D&D Game Day – como foi por aqui

Meio de surpresa, fomos ao D&D Game Day 2009 lá na Devir, aqui em Sampa.

Não tínhamos jogado a quarta edição ainda, não conhecíamos a loja da Devir (apesar de morarmos relativamente perto) e nunca tínhamos jogado em uma mesa de desconhecidos (eu, pelo menos, não).

Ainda estamos digerindo a quarta edição… acho que só vamos opinar mesmo sobre ela depois de jogar uma campanha mais completa, com o Tchelo.

Mas o evento foi muito legal. E este post é para parabenizar a Devir pela organização. Chegamos, pegamos uma fila que andou bem, nossa pré-inscrição já estava feita, mestres já estavam esperando nas mesas, tudo certinho. O salão estava cheio de gente, mas sem atrapalhar a diversão.

Logo o grupo estava formado começando a ler as fichas e ouvindo as explicações do mestre (Alan, da RPG Arautos) sobre a quarta edição. Ninguém ali havia jogado. Tadinho! Penou com o grupo! Pegar um personagem já de 11º nível só complicou as coisas. Com um a menos na mesa e a gente subutilizando os poderes por não conhecê-los bem, o combate demorou mais do que o mestre esperava. Mas foi divertido mesmo assim.

Os mestres estavam com os mapas da aventura impressos, tinham levados suas próprias minaturas e dados. E, no final, o Otávio entregou 4 (!!) miniaturas para cada jogador, no plastiquinho, com suas fichinhas, tudo certinho, para compensar a falta dos kits, que ficaram presos na alfândega. Eles nem tinham obrigação disso. Achei muito bacana da parte deles. 🙂

No final, demos uma volta na loja, que é uma perdição para qualquer bolso e saímos de lá com uma edição do Castelo Falkenstein e um D20 para completar o valor de parcelamento. rs.

Que venha o próximo 🙂

Dia de alegria ou de tristeza?

Dia de alegria ou de tristeza?

Faz um pouco mais de um ano que Gary Gygax nos deixou. Independente disso, e até por uma estranha coincidência, também no mesmo dia 4 de março é internacionalmente comemorado o Dia do Mestre .

.

Bom, em homenagem ao Gary o Taulukko desde seu surgimento nomeou a rolagem de 20 no dado de 20 faces como GG

E para os Mestres fica a dica da maravilhosa ficha de D&D 3.5 criada pelo Beholder Cego para vocês analisarem.

RPG obscuro – Goulash

RPG obscuro – Goulash

Coisas doidas que descobrimos via Twitter. Faz uns dias que um nome estranho começou a seguir o twitter do Taulukko. Fui lá ver o que era, curiosa que sou, e descubro um RPGzinho muito curioso de que nunca tinha ouvido falar, apesar de já ter uns bons anos. 

Essa obscuridade tem nome de comida húngara: Ghoulash. E é, na verdade, uma versão estilizada do bom e velho Batalha Naval que, céus, meu pai jogava quando era criança. rs. E, claro, não tem nada a ver com o tal prato, mas com um monstro conhecido do RPG: o ghoul. Argh.

O site é cheio de informações (tem até camisetas!) e tem um vídeo engraçadíssimo de divulgação. Saca só:

Essa figura muda ali do lado é o filho do cara que criou tudo. Acredite se quiser. 

Feito para jogar a dois, ao mesmo tempo, o jogo é bem divertidinho e prático. Cada um precisa apenas de um papel de jogo, um lápis e uma prancheta. Dá para baixar lá do site um test-drive do bagulho. 

Cada folha tem um grid de movimento e um de obstáculos. Cada um marca no grid de obstáculos um número de Ghouls, de kits que primeiros socorros, buracos, zonas de fragmentos e uma caixa. E, no mapinha do corpo do Ghoul, cada um marca seu ponto fraco.

Depois, é hora de se movimentar. Cada um marca no grid de movimento por qual caminho ele decidiu buscar a tal caixa. O objetivo é pegá-la e levar de volta ao quadrado 1A. O primeiro que fizer isso, ganha. 

A cada movimento, o “mestre” vai dizendo o que o jogador encontra no caminho. Cada uma das coisas que ele marcou antes traz uma conseqüência. 

O kit de primeiros socorros cura, o buraco faz perder a vez, a zona de fragmentos causa dano e, finalmente, encontrar o Ghoul significa combate. 

A batalha se dá na tentativa e erro. O jogador chuta um entre os quatro possíveis pontos fracos do Ghoul. Se errar, toma dano. Se acertar, mata o bicho. 

O jogador morre quando toma um determinado número de dano (varia de folha para folha). 

Simples e divertido. 🙂 Alguém já conhecia esse joguinho?

Frases antes da morte

Frases antes da morte

Sempre é momentos antes daquele crítico contra você, ou daquele erro crítico seu que saem as melhores pérolas numa mesa de RPG. São as frases faladas momentos antes da morte de seu personagem. Abaixo uma seleção engraçadas das melhores que me ocorreram.

 

Tem OUTRO pergaminho de ressurreição ai?

Imagem cedida por Ken and Nyetta

“- Obrigado Silver por me ressuscitar.”
(meu amigo David, acredite ele morreu logo em seguida)

 

Morto pela própria navalha…


“- Achei minha espada!”
(David , ao achar a sua espada Dançarina nas mãos do ladrão. O que ele não sabia era que ele seria usado como bainha logo em seguida)

Só existe uma coisa pior que “save or die”… é não ter o save.

“-Mas… tem certeza que eu não tenho direito de um teste de constituição ?”
(Diego desesperado por um save or Die)

 

Imagem cedida por Gruenemann

Passar ou não passar, eis a questão…

“-Eu passo.”
(David, antes de passar por um Portal de Desintegração )

Maria vai com as outras…

“-Eu também.”
(Leandro , antes de passar pelo mesmo Portal)

 

Morto-vivos

teste
Imagem cedida por welovethedark

“-Como o único xamã da cidade foi aparecer na minha frente justo quando eu estava transformado em zumbi?”
(Diego, quando foi desintegrado pelo poder da fé)

Falha crítica em diplomacia

“-Não nos ataque!!”
(Eu , alertando uma Morte Menor)

 

Imagem cedida por 8one6

Falha crítica em intimidar

“- Desista Beholder!”
(Fernando )

Premonição

“-Esta maldita desintegração ainda vai me mandar pro caixão!”
(Fernando)

Auto-confiança

“-Não se intrometam! Dele eu cuido sozinho.”
( Leandro antes de enfrentar um Colecionador de Itens de 15o nível de Mago/Guerreiro)

 

Como acordar sempre bonzinho

Imagem cedida por bl0ndeeo2

“- Se eu sobreviver vou acordar evil todos os dias pela manhã.”
(mago que por motivos de RP acordava 50% dos dias bonzinho e 50% maligno.)

 

e …

Conte as melhores de sua mesa também =)

Magias & Barbaridades

Magias & Barbaridades

Muitas são as histórias em quadrinhos sobre guerreiros, magos e dragões, mas em poucas você tem a oportunidade de poder ler todas as tiras no site do autor. Magias & Barbaridades (M&B) é uma destas surpresas agradáveis que raramente ocorrem na internet. Criação do brasileiro Fabio Ciccone que o Taulukko teve a oportunidade de entrevistar. Convido-os para passar alguns minutos ao lado do “Criador” do M&B.

 

A maioria dos desenhistas sempre foram fãs de quadrinhos. Você foge dessa regra? Qual foi sua inspiração para se envolver com quadrinhos?

Não, não fujo à regra, sou leitor ávido de quadrinhos desde que aprendi a ler. Até antes, talvez. Desde sempre, desenhar é um dos meus passatempos favoritos, e nem me lembro desde quando eu quero ser desenhista quando crescer. Tenho só a agradecer aos meus pais, que sempre me incentivaram e nunca me obrigaram a “parar de desenhar para aprender a escrever”. Assim, desde muito criança eu fazia meus rabiscos e inventava minhas histórias, às vezes sozinho, às vezes na companhia de amigos. “Fazer gibi” era uma das minhas brincadeiras favoritas!

E o M&B de onde saiu a idéia?

Essa pergunta é meio difícil, já que eu sinceramente não tenho a menor idéia da resposta! Sei que estava com uns amigos na faculdade, jogando conversa fora, quando surgiu o papo de criarmos um portal de quadrinhos, inspirado pelo site Cronistas Reunidos, do qual o irmão de um destes amigos era membro fundador. Naquela época eu já tinha feito “O Incrível Woobler”, com o David Donato e o Roberto Wolvie, apenas para o pessoal da faculdade mesmo, e, enquanto estávamos ali, conversando sobre este portal, me veio uma luz: vou fazer uma HQ de fantasia medieval, e na mesma hora as idéias para Remmil, Oc e Idana apareceram. Foi bem do nada mesmo. Até agora estou esperando outra inspiração dessas aparecer!

Você aparentemente se identifica mais com Remmil do que com Oc, você concorda? Seria Remmil seu alter-ego?

Acho que não dá pra dizer que sou mais parecido com um ou com o outro. Ambos possuem traços da minha personalidade, ao mesmo tempo que traços muito distintos. No fim das contas, porém, as atitudes que o Oc toma acabam sendo mais próximas das quais eu tomaria, claro, se eu fosse um guerreiro parrudo que nem ele!

Quando você começou M&B você já sabia que seria uma grande saga e cheia de personagens ou foi algo que foi tomando forma aos poucos?

Não, foi algo totalmente sem querer. Minha idéia inicial era escrever tiras one shot, no máximo historinhas de 5 ou 6 tiras, nos moldes de Calvin & Haroldo. O que aconteceu foi que, quando vi que o Capítulo II já estava com mais de 10 tiras, percebi que não conseguiria fazer aquilo, que não era capaz de contar historinhas curtas demais porque tinha muito para contar. Aí comecei a pensar no Magias mais como as antigas tiras do Tarzan e do Flash Gordon, que continuavam por semanas, contando sagas mais longas. Fui inspirado também por algumas webcomics gringas, especialmente It’s Walky!, que seguem bastante este formato.

Obviamente não poderíamos deixar de perguntar, você joga ou jogou RPG?

Sim, segunda sim, segunda não!

Qual sistema?

Atualmente jogo uma campanha de D&D como player e uma de Mago: a Ascenção como mestre.

Fale um momento engraçado de uma sessão que você tenha participado?

Certo, você que pediu. Mas a história pode não ser recomendada para menores de, sei lá, 13 anos. Vou contar o caso do Ulf, o anão bárbaro. Meu amigo criou o personagem com o conceito de bárbaro tão selvagem, mas tão selvagem, que ele mal sabia o que eram roupas. Era praticamente um anão das cavernas. Em dado momento, este amigo estava revoltadíssimo pelo fato de não conseguir tirar nenhum número maior do que 10 em um d20. Pegou o dado e falou, “Assim não dá, eu só tiro número baixo nessa droga! Aposto que se eu for fazer uma rolagem inútil vou tirar um 20! Quer ver, vou jogar o dado agora para saber o tamanho do pênis do Ulf!”
Adivinha quanto ele tirou? Virou lenda até hoje, o anão cujas pegadas eram sempre dois pés e um rastro estranho no meio.

Se Oc fosse aprender outra profissão (classe) qual seria fora bárbaro? E Remmil?

O Oc seria obviamente um bardo. O Remmil não se dignaria a aprender nenhuma destas profissões inferiores.

Alguns gostavam das trapalhadas de quando era apenas o Oc e Remmil. Por outro lado alguns fãs gostam dos personagens novos e até pedem para que mais personagens sejam criados. Você pretende fazer mais história apenas com Oc e Remmil? Tem intenção de trazer novos personagens principais a trama para acompanhar o trio nesta saga?

Bom, não sei se devo ou não devo contar algo que pode ser spoiler, então vou dizer duas coisas sobre isso, e fica a cargo do leitor achar o que quiser: primeiro, eu adoro criar personagens. Gosto mais de criar personagens do que de contar as histórias ou de desenhá-las; segundo, o formato de tiras é meio complicado para colocar muitos protagonistas, porque o espaço físico pequeno dificulta colocar muita gente interagindo. Bem, é isso, um ponto positivo e um negativo… mas para saber o que acontece, só acompanhando o Magias mesmo 🙂

O Interludio me deu sensação de meio, e o que tem meio tem fim. Você pretende mesmo um dia parar de escrever M&B? Ou seria apenas o fim de um odisséia, para começar outra ainda maior?

O interlúdio no caso seria o Capítulo VI: A Ordem da Lua, não?

Exato.

Bem, na verdade ele não é bem uma marca de meio, apenas um capítulo que não pertence a nenhuma saga, fica entre a procura de Remmil e Oc pelo Tomo de Edmund e a busca por Saru Pnit na qual os personagens estão agora. Portanto, sua existência não é indício de que haverá um fim. Enquanto eu tiver histórias para contar e for capaz de tal, pretendo fazê-lo!

O M&B foi um trabalho que deu muito certo, que dica você daria para quem está tentando entrar nessa área? HQ dá dinheiro no Brasil?

Certo, vamos começar do começo. Dar certo ou não é um termo muito relativo. O Magias tem seus leitores fiéis e é até meio conhecido entre os autores de webcomic no Brasil, além de, se não for a webcomic mais antiga ainda em atividade do país, certamente está entre elas. Ainda assim, tenho muito, mas muito mesmo, ainda por conquistar, para tornar o Magias conhecido de verdade. Levando isso em conta, é ainda difícil concluir se dá ou não para ganhar dinheiro com quadrinhos no Brasil, tendo em vista que o meio no qual atuo, a internet, é, por princípio, um meio gratuito. Enfrento as mesmas dificuldades que qualquer site enfrenta para conseguir alguma rentabilidade, que meio que se resume a cobrar pelo conteúdo (coisa que não quero de jeito nenhum), usar propaganda (coisa que tem dado certo, agradeço novamente meus leitores, amigos e parentes!) ou vender material dos personagens (que eu pretendo fazer em breve, mas que dá muito, muito trabalho!). É possível que HQ dê dinheiro, já que existem quadrinistas profissionais por aí, mas não basta simplesmente o trabalho de produzir a HQ, que já é extenuante, mas também precisa-se de um trabalho de vendas, relações públicas, contatos e etc para o qual nem todo mundo, eu incluso, tem talento. Tá aí o Maurício de Sousa que não me deixa mentir.

Você tem planos de lançar uma coletânea? Se sim, tem idéia pra quando?

Planos eu tenho, mas não depende só de mim. Tenho trabalhado conforme tenho oportunidade nas tiras remasterizadas, especificamente com esta intenção. Quando comecei o Magias, não levava a HQ a sério, portanto não caprichava muito, o que torna as primeiras tiras muito pouco “vendáveis”. Quando concluir a restauração, vou atrás de vendê-la novamente. Mas se alguma editora se interessar antes, estou à disposição!

Se alguém quer ajudar o M&B qual a melhor forma?

Apresentando o Magias para os amigos, parentes, colegas de trabalho, animais de estimação, et cetera. Quanto mais leitores, mais vontade eu tenho de trabalhar.

E por último, a Idana vai posar nua para a Playmago ou é só boato?

Ela vai tirar a toalha, porque promessa é dívida. Agora, posar pra Playmago, só vai depender do cachê. 🙂

Magias & Barbaridades
There are many comics about warriors, wizards and dragons. But only on few of them you have the chance to read all the strips on the author’s website.
Magias & Barbaridades (M&B) is one of those good surprises that rarely happens on internet. It was created by the brazilian designer Fabio Ciccone, which Taulukko had the chance to interview. We invite you to spend some precious minutes with the M&B creator.

 


Most of designers have always been Comic fans. Are you out of this rule? What was your inspiration to get involved with Comics?

No, I´m not out of this rule. I´m an avid reader of comics since I learned how to read. Maybe even bofore. Since always, drawing is one of my favorites ways of killing time. I don’t even remember since when I want to be a drawer. I only have to thank my parents, who always have encouraged me and never made me to “stop drawing to learn how to write”. So, since a little child I used to do my dribbles and create my stories, some times alone, some times with friends. Make Comics was one of my favorites playing options.

And where this idea came from?

This is a difficult question, as I sincerely don’t know the answer! I know I was with some friends from university, talking about nothing, when an talking came up, about creating a comic portal, inspired by the United Cronists. The brother of one of these friends was the founder. At that time, I had already done “O Incrível Woobler”, with David Donato and Roberto Wolvie, only for my university friends. While we were there talking, I had an insight: I´ll create a medieval fantasy comics. At the same time, the idea for Remmil, Oc and Idana came up. It was all of a sudden. I´m still waiting for another insight like that!

Aparently, you are more like Remmil than Oc. Do you agree? Would Remmil be your alter-ego?

I don´t think it´s possible to say that I´m more like one then other. Both have some traces from my personality, and at the same time very distinct. At the end, the actions that Oc take ends to me closer to the ones I would take. Of course, if I was a tuff fighter like him!

When you started M&B, did you know that it would be a big saga and full of characters? Or it was something that was growing little by little?

No, I didn´t mean it. My initial idea was to write one shot strips. At most, 5 or 6 strips stories, as the Calvin & Hobbes ones. But when I saw that the Second Chapter was with more than 10 strips, I realized that I could not do that. I was not able to tell too short stories, as I had a lot to tell. So I started to think about M&B more like the old Tarzan or Flash Gordon strips. They used to last for weeks, telling longer sagas. I was also inspired by foreign webcomics, specially It’s Walky!, that have the same format.

We could not avoid to ask: do you play RPG?

Yes! One monday we play, one monday we don´t!

Which rule system?

Nowadays, I play a D&D campaign as a player and a Mage The Ascention as a game master.

Tell us a funny moment that you were involved while playing RPG?

Right, you asked. But the story may be not recommended to, like, 13 years old or bellow. I´ll tell the Ulf, the barbarian dwarf, story. A friend of mine created the character as a wild barbarian, so wild that he could not know what clothes were. It was like a cave dwarf. Then, at some moment during the game play, this friend was very angry about his dice rolling: he couldn’t get even one number above 10 in a D20. Then he got a dice and told: “That can not be that way. I only get low values in this shit! I bet that if I roll for no use I´ll get a 20! Wanna see? I´ll roll the dice now to know the size of Ulf’s penis”” Guess the number he got? It was a legend untill now, the dwarf whose footprints was always made of two feet and a strange trail between.

If Oc would learn another profession (class), what would be? And Remmil?

Oc would obviously be a bard. Remmil would not learn any of those inferior classes.

Some liked M&B when we had only Oc and Remmil. On the other hand, some fans like the new characteres, and even ask for more. Do you intend to do more Oc and Remmil only stories? Intend to bring new main characters to be with the three in this saga?

Well, I don´t know if I should tell something that can be a spoiler. So I will tell two things about it, and the reader can conclude what he/she wants: first of all, I love to create characters. I like it more than tell their stories or draw it; second, the strip format is complicated to put too much main characters, as the little space avoids too many chars inteacting. Well, that´s it. A positive and a negative point… to know what happens, only reading M&B 🙂

The Interlud brought to me an idea of middle, and what has a middle, has a beginning and an end. Do you intend to stop writting M&B? Or it would be only an odissey end, to start an even bigger one?

By Interlude you mean the VI Chapter?

Exactly.

Actually it is not a middle mark, but only a chapther that do not belong to any saga. It´s between the Remmil and Oc seek for the Edmund Tome and the Saru Pnit search that the chars are involved now. So, it´s not a track that will be an end. As long as I have stories to tell and strenght to do so, I intend to do it!

M&B is a work that is going very well. What tip would you give for those who wants to work on that area? Can HQ be profitable in Brazil?

Let´s go from the start. Going very well is a relative term. Magias has its loyal readers and it´s well known among webcomic authors in Brazil. Besides, if it is not the oldest active webcomic in this country, certanly is among them. Still, I have a lot, really a lot, to conquer, to make Magias really known. Thinking on that, it´s even harder to conclude if we can earn money with comics in Brazil, if you say that the environment I work, internet, is, by principle, a free environment. I face the same obstacles that every site do to get some rentability, that are to charge for the content (which I don´t want in any way), use ads (which has been working, thanks to my readers, friends and relatives!) or to sell characters material (which I intend to do soon, but asks a lot of work!). It is possible to earn money with HQ, as there are professional comic authors. But it takes not only the work on producing the HQ, which is itself extenuating, but also a selling work, public relation, contacts etc, which is not everybody talented for (me included). Mauricio de Sousa is there to prove it.

Do you have plans to release a “best of”? If yes, know when?

Plans I have. But it does not depend only on me. I´ve been working as I can on remasterized strips, specially with that intention. When I started Magias, I didn´t take HQ serious, so I didn´t make my best, which made the first strips not so “sellable”. When I conclude the restoration, I´ll try to sell it again. But if some publisher has interest before, I´m in!

If someone wants to help M&B, what´s the best way?

Showing Magias to friends, relatives, coworkers, pets et cetera. The more readers I have, the more I want to work.

The last one, will Idana pose naked to Playmage or this is a hoax?

Whe will take the towel off, as promise is a debt. Pose to Playmage will depend on the fee. 🙂

(Quer corrigir a tradução? Escreva p/ nós!)

Enquanto o Taulukko não tem grid…

Enquanto o Taulukko não tem grid…

O Rey Jr., do Ooze, me perguntou pelo Twitter se o Taulukko não tinha grid, para poder jogar a quarta edição do D&D, marcando as posições das miniaturas nos combates.

Por enquanto, ainda não tem. Mas a pergunta dele acabou levantando algumas idéias de quebra-galho para usar enquanto a gente não coloca isso na ferramenta.

Usar o Paint/Photoshop/Paint.net

Uma das coisas que o Taulukko já tem é permitir que o mestre/narrador envie imagens para o chat. É só pegar o link da imagem (que deve estar em algum lugar na internet, encontradas no Google, ou em algum Photobucket da vida) e usar o comando //img url. Ela aparece pequena no chat, e o jogador clica para ampliar.

Assim, o que o Edson tem feito na nossa campanha mestrada aqui é:

Ele monta um grid no Paint.net como se fosse um quadro de batalha naval, com letras marcando as linhas e números marcando as colunas. Lá ele já coloca as imagens que correspondem aos jogadores e aos inimigos, em suas devidas posições no grid. A cada rodada, o jogador diz para qual quadrado ele quer se movimentar e o mestre vai atualizando a imagem.

É um pouco trabalhoso, mas funciona.

Uma utilidade um pouco melhor do Paint.net é que ele permite o uso de camadas. Assim, o mestre pode criar um mapa no programa e usar uma camada sobre este mapa para esconder as áreas que os jogadores ainda não exploraram.

Usar o Google Spreadsheet

Outra solução, que ainda não testamos, mas que me veio à cabeça enquanto twittava com o Rey, é usar as planilhas do Google como grid.

Basta o mestre criar a planilha antes da aventura e já compartilhar sua visualização e edição com os jogadores. Assim, todos podem alterar e ver as mudanças ao mesmo tempo.

O jogador ganha autonomia para movimentar seus personagens e o mestre ganha em facilidade, já que não precisa ficar atualizando e fazendo upload da imagem do grid a cada rodada.

E você? Tem alguma idéia de quebra-galho?

while Taulukko has no grid…

Rey Jr., from Ooze, asked me on Twitter if Taulukko had a grid, so he could play D&D 4E, using the miniatures position during a combat.

For now, we don´t have it. But his question ended to giving me some ideas while we can´t include these features on Taulukko.

use Paint/Photoshop/Paint.net

One of the features Taulukko already has is allow the DM to send images to the chat room. All you need to do is get the image link (which may be somewhere on internet, found on Google or at some Photobucket) and use the command: //img url. It will show small on chat, and player can click do enlarge.

So, what we´ve been using in our campaigns is:

He creates a grid on Paint.net as if it was a Naval Battle, with letters and numbers standing for lines and columns. Then he creates the little images (tokens) for characters and enemies, in their position on grid. Each round, player tell to which square he will move and the DM update the grid/image.

It´s a lot of work, but it works. rs

What is useful on Paint.net is that it allows the use of layers. So, DM can create a map and use a layer to cover the areas that the characters don’t know yet.

Use Google Spreadsheet

This is a solution we haven’t tested yet. But the Google spredsheets can be used as a grid.

The DM can create it before the game session and share with the players. So, everybody can see and edit ir at the same time.

Player can do his movements and DM don’t need to update and send the grid at each round.

And you? Have other idea?